O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,3 ponto de setembro para outubro deste ano. Com o resultado, o indicador passou para 96,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu cinco meses consecutivos de alta.

A queda do indicador foi puxada pela piora no Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresário brasileiro da construção no presente. O subíndice caiu 0,7 ponto e chegou a 92 pontos, principalmente devido à avaliação sobre a situação atual dos negócios.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, variou 0,1 ponto e atingiu 100,3 pontos, mostrando acomodação, segundo a FGV.

O Nível de Utilização da Capacidade da Construção aumentou 0,6 ponto percentual, para 75,6%.

Segundo a FGV, desde o segundo semestre do ano passado, o custo dos materiais ganhou destaque entre os fatores limitativos para a melhora dos negócios das empresas. A escassez de mão de obra qualificada, no entanto, também começa a ganhar destaque como um limitador.



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